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Síndrome do Intestino Irritável (Cap. 08)

O tratamento da SII difere de pessoa para pessoa. Se alimentos específicos ou tipos de estresse derem a impressão de causar o problema, eles devem ser evitados, se possível. Para a maioria das pessoas, sobretudo as que tendem a sofrer de constipação, a atividade física regular ajuda a manter a função normal do trato digestivo.

Tratamento:

Consumir uma dieta normal e evitar alimentos que produzem gases e que causam diarreia.

Aumentar o consumo de fibra e de água no caso de constipação.

Às vezes medicamentos.

Agende uma consulta e fale com o especialista do Aparelho Digestivo Dr. Mateus Martinelli. Cuide da sua saúde, ir ao médico ao primeiro sintoma de uma doença leva a um diagnóstico precoce e correto de qualquer doença que pode ser tratada em seu estágio inicial e consequentemente é o melhor caminho para a cura. 🍀

COVID-19: Mantenham a higiene e as orientações dos agentes de saúde. Fique em casa.

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Da série: Síndrome do Intestino Irritável (Cap. 07)

Os sinais e sintomas da SII podem variar muito de pessoa para pessoa e são, muitas vezes, semelhantes aos sintomas de outras doenças. Os mais comuns são:

Dor abdominal ou cólicas;

Sensação de inchaço; 

Gases;

Diarreia ou constipação – às vezes alternando crises entre os dois problemas;

Muco nas fezes.

A síndrome do intestino irritável é uma doença crônica na maioria dos casos, mas há momentos em que os sintomas manifestados são piores e momentos em que eles são melhores. Podendo, inclusive, ter fases completamente assintomáticas.

Agende uma consulta e fale com o especialista do Aparelho Digestivo Dr. Mateus Martinelli. Cuide da sua saúde, ir ao médico ao primeiro sintoma de uma doença leva a um diagnóstico precoce e correto de qualquer doença que pode ser tratada em seu estágio inicial e consequentemente é o melhor caminho para a cura. 🍀

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Síndrome do Intestino Irritável (Cap. 06)

Hoje vamos tratar de outras doenças que podem ser responsáveis por desencadear a SII, como um episódio agudo de diarreia infecciosa (gastroenterite) ou o crescimento excessivo de bactérias normais do intestino.

Muitas pessoas têm sinais e sintomas da síndrome do intestino irritável ocasionalmente, mas algumas são mais propensas a desenvolver a doença. Essas são:

  • Pessoas até 45 anos de idade
  • Pessoas do sexo feminino. A doença atinge a aproximadamente o dobro de mulheres do que homens
  • Ter histórico familiar da doença
  • Ter algum problema de saúde mental, como ansiedade, depressão, transtorno de personalidade e traumas.

A gastroenterite (CID 10 – K52) é uma inflamação aguda que compromete os órgãos do sistema gastrointestinal. O problema é mais comum no verão e em locais sem tratamento de água, rede de esgoto, água encanada ou destino adequado de dejetos. Entre os sintomas mais comuns estão diarreia e vômitos.

Agende uma consulta e fale com o especialista do Aparelho Digestivo Dr. Mateus Martinelli. Cuide da sua saúde, ir ao médico ao primeiro sintoma de uma doença leva a um diagnóstico precoce e correto de qualquer doença que pode ser tratada em seu estágio inicial e consequentemente é o melhor caminho para a cura.  🍀

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Síndrome do Intestino Irritável (Cap. 05)

Hoje vamos tratar dos hormônios, onde as mulheres são duas vezes mais propensas a apresentar síndrome do intestino irritável, por essa razão os pesquisadores acreditam que as mudanças hormonais podem desempenhar um importante papel. Além disso, muitas mulheres acreditam que os sinais e sintomas da doença são piores durante ou em períodos próximos à menstruação.

Um estudo recente sugeriu que a síndrome do intestino irritável pode ser uma manifestação da endometriose. Na pesquisa, 90% das mulheres com endometriose apresentaram também sintomas gastrointestinais.

A endometriose acontece quando o tecido endometrial cresce para fora do útero e pode comprometer a fertilidade da mulher e causar dor (sobretudo antes e durante a menstruação e durante a relação sexual), mas às vezes não causa sintomas.

Qual a relação entre a endometriose e o intestino?

As causas da endometriose são multifatoriais. Embora a origem exata da doença não esteja totalmente esclarecida, sabe-se que para que as células do endométrio se proliferem para fora da cavidade uterina, elas precisam de um ambiente pró-inflamatório, ou seja, um ambiente que dê condições para criar uma inflamação.

Além do intestino estar envolvido na digestão e na absorção dos alimentos, o órgão é uma barreira de proteção, pois suas paredes, quando saudáveis, impedem que toxinas ou nutrientes mal absorvidos entrem na corrente sanguínea. Entretanto, a disbiose enfraquece a parede intestinal aumentando a sua permeabilidade. Isso significa que essas substâncias nocivas têm uma maior chance de passar para a corrente sanguínea.

Quando isso acontece, o sistema imunológico pode interpretar com uma invasão e irá acionar o sistema de defesa, levando a uma reação inflamatória. Assim, essa inflamação favorece a endometriose e pode também levar à irritação do intestino.

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Da série: Síndrome do Intestino Irritável

Hoje vamos tratar do estresse onde a maioria das pessoas com síndrome do intestino irritável notam que, durante momentos de estresse, os sintomas da doença costumam se agravar. No entanto, os pesquisadores defendem a ideia de que o estresse é um fator agravante, mas não uma possível causa que leva ao desenvolvimento da síndrome em uma pessoa..

O estresse (ou stress, em inglês) é um sintoma que muda nosso estado de forma indescritível. Ele pode ser caracterizado por sensações de irritação, medo, desconforto, preocupação, frustração, indignação, nervoso, e ser motivado por diversas razões distintas. Além disso, muitas vezes, a causa para o estresse é desconhecida.

Quando o estresse interfere na sua vida, tornando difícil passar dias tranquilos por um longo período, ele pode ser mais perigoso tanto para mente quanto para o corpo. Isso acontece porque o estresse também leva a incômodos físicos.

Tipos de estresse

Segundo a Associação Americana de Psicologia, há três tipos de estresse: estresse agudo, estresse agudo episódico ou estresse crônico. Além disso, existe o Transtorno do Estresse Pós-traumático.

Estresse agudo

O estresse agudo é uma reação do corpo a um momento ou fato estressante. Os sintomas da reação aguda ao estresse passam em grande parte pelos sintomas ansiosos como:

  • Ativação psíquica
  • Instabilidade de humor
  • Apreensão
  • Insegurança

A Associação Americana de Psicologia ainda descreve sintomas físicos de quem passou por estresse agudo:

  • Dor de cabeça tensional
  • Dor nas costas
  • Dor na mandíbula
  • Dores musculares em geral
  • Azia
  • Gazes
  • Diarréia
  • Palpitações cardíacas
  • Aumento de pressão
  • Mãos suando

Estresse agudo episódico

A Associação Americana de Psicologia ainda define o estresse agudo episódico, que é quando esses estímulos que causam as reações agudas ao estresse se repetem com frequência.

Neste caso, os sinais são os sintomas do estresse agudo, mas prolongados. Como:

  • Dores de cabeça tensionais persistentes
  • Enxaqueca
  • Hipertensão
  • Dor no peito
  • Doenças cardíacas

Estresse crônico

Quando uma pessoa se mantém continuamente estressada, e isso faz parte da rotina, o estresse pode estar se tornando crônico. Neste caso, as reações do corpo ao estresse e os sintomas não vão embora, afetando diversas áreas da vida. O estresse crônico é um fator de risco para ansiedade e depressão.

De acordo com o psiquiatra Mário Louzã, o estresse crônico é prejudicial ao corpo principalmente porque alguns hormônios, particularmente o cortisol, começam a entrar em ação. “Se o cortisol fica muito elevado durante dias, semanas, começa a gerar problema para o organismo, que não foi feito pra ter esse hormônio em sobrecarga”, explica ele.

Agende uma consulta e fale com o especialista do Aparelho Digestivo Dr. Mateus Martinelli. Cuide da sua saúde, ir ao médico ao primeiro sintoma de uma doença leva a um diagnóstico precoce e correto de qualquer doença que pode ser tratada em seu estágio inicial e consequentemente é o melhor caminho para a cura.  🍀

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