All Posts in Category: Sem categoria

Refluxo

#tbt #TopViews2019

Refluxo é uma condição natural e que pode acontecer com todas as pessoas alguma vez na vida. No entanto, vale lembrar que sua ocorrência significa que há algo errado com o processo natural de digestão, já que se trata do retorno involuntário de conteúdo do estômago para o esôfago e/ou garganta.

Tanto os sintomas como as consequências locais do refluxo estão diretamente relacionadas à presença do ácido clorídrico, secretado no estômago e essencial no processo inicial de digestão para posterior absorção dos nutrientes no esôfago. Por isso, quando a condição acontece, é comum que o paciente sinta uma acidez característica.

Veja Mais

Hérnia Inguinal

#tbt #TopViews2019

A hérnia inguinal acontece quando o tecido intestinal ou parte do próprio intestino é projetado por meio de um ponto fraco nos músculos do abdômen. Essa protuberância é a hérnia. Geralmente, é uma protuberância no músculo da virilha que faz com que o intestino seja projetado para fora.

Tal protuberância pode causar dor, principalmente quando o paciente precisa tossir, carregar um objeto pesado ou se inclinar.

Às vezes, uma hérnia inguinal pode ser confundida com uma hérnia femoral, já que a única diferença entre elas é a localização em relação ao ligamento inguinal. Uma hérnia inguinal é localizada logo acima do ligamento inguinal, enquanto que uma hérnia femoral é encontrada abaixo desse ligamento. Apenas um especialista pode determinar com certeza qual é o tipo de hérnia observada. Em alguns casos, a dúvida só é tirada no início da cirurgia.

A hérnia inguinal pode ser bem pequena e fazer com que apenas uma pequena parte do peritônio – membrana que recobre a parede abdominal – atravesse o músculo. No entanto, há casos mais graves em que grande parte do intestino pode se mover através do espaço no músculo.

A hérnia inguinal pode ser direta ou indireta, de acordo com o modo que ela é formada e quando ela se forma.

  • Hérnia inguinal direta: desenvolve-se na idade adulta devido ao enfraquecimento dos músculos abdominais devido ao envelhecimento ou como resultado de uma lesão.
  • Hérnia inguinal indireta: ocorre com mais frequência na primeira infância por se tratar de uma condição congênita em que o anel inguinal – tecido muscular abdominal – não se fecha por completo enquanto o bebê ainda está no útero da progenitora. Geralmente, a hérnia fica bem visível quando o bebê chora.

Sintomas

Alguns sintomas ocorrem quando se tem uma hérnia inguinal. Os principais são:

  • Sensação de queimação ou dor no local;
  • Dor ou desconforto na região da virilha, especialmente ao tossir, se curvar ou mudar de posição;
  • Protuberância em ambos lados do osso presente na região púbica que fica ainda mais visível quando o indivíduo está em pé ou tossindo;
  • Fraqueza ou pressão na virilha;
  • Dor e inchaço ao redor dos testículos, apenas em alguns casos em que a parte saliente do intestino desce para a região escrotal.

Ao deitar em uma superfície plana, a hérnia inguinal costuma ficar imperceptível porque ela volta para o local de origem quando o paciente está deitado. Aplicar compressas de gelo e deitar com a pélvis um pouco mais elevada do que a cabeça também podem ajudar a diminuir o inchaço.

Quando essas técnicas não reduzem o inchaço, temos uma condição conhecida como hérnia encarcerada, em que o conteúdo protuberante fica preso na parede abdominal. Nesses casos, o suprimento de sangue para o tecido preso pode ser prejudicado, o que caracteriza uma condição fatal se não for tratada, chamada de hérnia estrangulada, devido ao fato de o fluxo de sangue ser interrompido causando a necrose dos tecidos circundantes.

Os sintomas que indicam que a hérnia inguinal está encarcerada são:

  • Febre;
  • Náusea;
  • Vômitos;
  • Incapacidade de realizar os movimentos intestinais habituais e de expelir gases;
  • Protuberância que fica vermelha, roxa ou escura;
  • Dor repentina que se intensifica.

As fotos abaixo mostram de forma ilustrativa e real como uma hérnia inguinal se manifesta no organismo.

Principais causas

Existem hérnias que não têm uma causa específica conhecida. Outras podem surgir devido a:

  • Esforço repetitivo para conseguir um movimento intestinal;
  • Gravidez;
  • Aumento da pressão dentro do abdômen;
  • Esforços frequentes durante a micção ou nos movimentos intestinais;
  • Realização de atividades extenuantes;
  • Doença pulmonar ou tabagismo;
  • Tosse crônica ou espirros fortes frequentes;
  • Combinação de alta pressão dentro do abdômen e um ponto fraco pré-existente localizado na parede abdominal que dá lugar à saliência.

A maioria das pessoas têm hérnia inguinal devido a uma fraqueza da parede abdominal ou no músculo da virilha que se desenvolve no nascimento quando o revestimento abdominal chamado de peritônio não se fecha da forma correta.

Outras sofrem da doença por causa de alterações que ocorrem em outros períodos da vida, como quando os músculos enfraquecem ou vão se deteriorando por causa do processo natural de envelhecimento, devido a uma atividade física extenuante ou por causa de uma tosse severa.

A hérnia inguinal também pode surgir após uma lesão grave na região abdominal ou depois de uma cirurgia abdominal.

Nos homens, o ponto fraco que dá origem à hérnia está localizado no canal inguinal, onde o cordão espermático entra no escroto. Já nas mulheres, o canal inguinal contém um ligamento que ajuda a manter o útero no lugar e algumas vezes acontecem hérnias exatamente onde esse tecido conectivo do útero se liga ao tecido que circunda o osso púbico.

Apesar de afetar as mulheres, a hérnia inguinal é muito mais comum em homens. Outros fatores que aumentam o risco de desenvolver uma hérnia inguinal são:

  1. Ser idoso, devido ao enfraquecimento dos músculos ao longo dos anos;
  2. Ter tosse crônica por causa do hábito de fumar.
  3. Ser branco;
  4. Estar grávida, por causa do enfraquecimento dos músculos abdominais que pode resultar em um aumento da pressão dentro do abdômen;
  5. Apresentar histórico familiar da condição;
  6. Ter constipação crônica e executar grande esforço durante os movimentos intestinais;
  7. Ser um bebê prematuro ou apresentar baixo peso ao nascer;
  8. Já ter tido uma hérnia em algum momento da vida mesmo que já tenha sido corrigida.

Diagnóstico

Exames de imagem podem ser solicitados para confirmar a presença de uma hérnia inguinal. Mas geralmente, esses testes não são necessários já que a hérnia costuma ser bem visível e os sintomas bastante característicos da condição.

Tratamento

Embora não seja uma condição de saúde perigosa, infelizmente a hérnia inguinal não se cura sozinha e a negligência no tratamento pode causar complicações fatais. Mesmo as hérnias pequenas podem aumentar de tamanho ao longo do tempo, o que significa que mais partes do intestino estando sendo direcionados através do rompimento do músculo.

Complicações de saúde que podem acontecer quando o tratamento não é feito podem incluir:

  1. Estrangulamento: A hérnia estrangulada é caracterizada pela interrupção do fluxo sanguíneo para parte do intestino. Esse estrangulamento pode resultar na morte do tecido intestinal afetado. Essa é uma condição de risco de vida e que precisa de uma cirurgia imediata para corrigir o bloqueio da circulação do sangue.
  2. Pressão nos tecidos circundantes: Se não reparada cirurgicamente, a tendência é que a hérnia inguinal aumente com o tempo. Nos homens, ela pode crescer até alcançar o escroto, o que causa muita dor e inchaço, além de dificultar o tratamento.
  3. Hérnia encarcerada: A hérnia encarcerada acontece quando o conteúdo da hérnia fica preso no chamado ponto fraco da parede abdominal, podendo causar obstrução intestinal além de dor intensa, náusea, vômito e incapacidade de eliminar gases ou de evacuar.

Para prevenir as complicações de saúde acima, o único tratamento possível é a correção cirúrgica da hérnia inguinal.  

Cirurgia de hérnia inguinal

Apesar de ser um procedimento invasivo, a cirurgia de hérnia inguinal é uma cirurgia bastante comum e tranquila, desde que executada por uma boa equipe médica. Além disso, é um procedimento extremamente necessário, já que a hérnia inguinal não é capaz de cicatrizar sem intervenção cirúrgica.

Na cirurgia, é aplicada uma anestesia geral e um cirurgião geral ou um especialista em intestinos comanda o procedimento.

Incisões são feitas dos 2 lados da hérnia e um laparoscópio é inserido por uma delas. Através do outro corte, são inseridos outros instrumentos cirúrgicos necessários para a operação.

O cirurgião então isola a parte do revestimento abdominal que está empurrando o músculo, chamado também de bolsa de hérnia. Em seguida, ele reposiciona essa bolsa ao local de origem e repara o defeito muscular que causou a hérnia.

Em casos de pequenos rompimentos musculares, o defeito no músculo é facilmente suturado e dificilmente a hérnia retornará. No entanto, em defeitos maiores, pode ser preciso colocar um enxerto para cobrir o rompimento, já que apenas as suturas não serão suficientes para segurar o músculo por muito tempo. O enxerto é a solução mais eficaz para reduzir a taxa de recorrência da hérnia inguinal.

Ao fim da cirurgia, o laparoscópio é removido e as incisões são fechadas com suturas ou colas cirúrgicas.

A técnica acima é a menos invasiva, mas também a que requer mais habilidade da equipe médica. Outro método é a cirurgia aberta, que é mais invasiva, em que um corte grande é feito para que o cirurgião empurre o tecido intestinal de volta ao abdômen.

Recuperação

A recuperação após o procedimento costuma ser boa, desde que respeitadas as orientações da equipe médica. A maior parte dos pacientes consegue voltar as atividades de rotina em 2 ou 4 semanas após a cirurgia.

Nos primeiros dias de recuperação, o abdômen deve ficar bem rígido e a região das incisões deve ficam bem protegida com uma faixa firme. Será preciso deixar o abdômen bem protegido, principalmente em casos em que o paciente precisa espirrar, tossir, vomitar, se agachar ou mudar de posição. Medicamentos para aliviar a dor podem ser prescritos para uso durante os primeiros dias após a cirurgia.

A prática de atividades físicas não é liberada pelo menos durante as primeiras 2 semanas de recuperação. O tempo ideal de repouso deve ser determinado pelo cirurgião.

Riscos

Os riscos de uma cirurgia de hérnia inguinal são mínimos. Em poucos casos pode ocorrer:

  • Acúmulo de sangue ou fluido na região onde costumava ficar a hérnia, que melhora sem a necessidade de tratamento;
  • Reações adversas relacionadas ao anestésico utilizado;
  • Dano ao suprimento de sangue para o testículo;
  • Inchaço, dor e hematomas nos testículos ou na base do pênis dos homens;
  • Dano ao ducto deferente, tubo responsável por transportar o espermatozoide até os testículos;
  • Cicatrizes que podem doer;
  • Sangramento;
  • Recorrência da hérnia;
  • Dor e dormência na zona da virilha por causa de algum nervo danificado ou preso durante o procedimento.

Dicas de prevenção

Há casos em que a hérnia ocorre por causa de um defeito congênito, ou seja, uma má formação intestinal que te acompanha desde o nascimento. Nessas situações, a menos que uma correção cirúrgica possa ser feita, não é possível fazer muita coisa para evitar a reincidência da hérnia.

Já em outros casos em que o problema não é congênito, é possível prevenir. Caso você apresente vários fatores de risco para o desenvolvimento da hérnia inguinal, tenha um histórico familiar ou já tenha sofrido disso alguma vez, há algumas coisas que você pode fazer para evitar que uma nova hérnia apareça pela primeira vez ou ocorra novamente.

  1. Manter um peso saudável: Ter um peso saudável pode ajudar a evitar o desenvolvimento de uma hérnia inguinal.
  2. Parar de fumar: O tabagismo provoca tosse crônica em muitas pessoas. A tosse pode agravar uma hérnia inguinal já existente ou aumentar a chance de o paciente desenvolver uma.
  3. Não confiar em cintas: Algumas pessoas usam cintas ou objetos chamados de treliças para manter a protuberância no lugar. Porém, isso é apenas uma ilusão, pois o uso da cinta não corrige o problema, apenas o disfarça esteticamente.
  4. Tomar cuidado ao levantar pesos: Levantar pesos na academia ou carregar coisas muito pesadas pode aumentar o risco de desenvolver uma hérnia se você já tiver um ponto fraco no abdômen. Assim, tome cuidado para carregar algo muito pesado e tenha a cautela de dobrar os joelhos e não a cintura na hora de executar o movimento de agachar, por exemplo.
  5. Optar por alimentos ricos em fibras: O consumo de alimentos ricos em fibras como legumes, frutas e grãos integrais é essencial para prevenir a constipação e o esforço intestinal.

Ao notar protuberância abdominal e algum outro sintoma descrito neste artigo, procure um médico para descartar ou não a presença de uma hérnia inguinal. A cirurgia é um procedimento seguro desde que realizado por um bom médico e que evita diversas complicações de saúde além de eliminar os incômodos sintomas relacionados à hérnia.

 Agende uma consulta e fale com um especialista do Aparelho Digestivo e cuide da sua saúde, o diagnóstico precoce e correto de qualquer doença faz toda a diferença e o tratamento é o melhor caminho para a cura. www.aparelhodigestivo.net.br



Veja Mais

SBAD 2019 – XVIII Semana Brasileira do Aparelho Digestivo

O Dr. Mateus Martinelli, cirurgião, especialista em doenças do Aparelho Digestivo, esteve presente na SBAD 2019 e mais uma vez, retorna atualizado com os melhores especialistas do mundo para levar aos seus pacientes o melhor da medicina para o Aparelho Digestivo.

Agende uma consulta e fale com um especialista do Aparelho Digestivo e cuide da sua saúde, o diagnóstico precoce e correto de qualquer doença faz toda a diferença e o tratamento é o melhor caminho para a cura.

Veja Mais

Transplante Hepático

O fígado é a maior glândula do corpo e está localizado atrás das costelas, na porção superior direita da cavidade abdominal. Possui formato de prisma, sua coloração é vermelho-escuro, tendendo ao marrom. Pesa cerca de 1.500g e é dividido em quatro lobos

O que é um transplante de fígado?

Transplante de fígado (ou transplante hepático) é um procedimento cirúrgico no qual um fígado é transplantado para outra pessoa. O transplante consiste na realização de uma cirurgia que substitui o órgão doente por um fígado saudável, doado pela família de um paciente diagnosticado com morte encefálica. Outra modalidade possível de transplante de fígado é a do doador vivo, em que um voluntário aceita doar apenas uma parte de seu fígado para o paciente, cientes de que este órgão tem a capacidade intrínseca de se regenerar com o tempo.

Quando é necessário o transplante de fígado?

O transplante de fígado só é indicado para pessoas com doenças hepáticas agudas ou crônicas, irreversíveis e progressivas. A hepatite crônica por vírus da hepatite C (VHC) e a cirrose alcoólica representam cerca de 50% das etiologias que levam pacientes adultos ao transplante. Na população pediátrica, as principais indicações de transplante hepático são a atresia (obstrução progressiva, sem causa definida) de vias biliares (57%), seguida das doenças metabólicas (19%).

Fomo funciona os receptores?

Para receber um órgão, o potencial receptor deve estar inscrito em uma lista de espera, respeitando-se a ordem de inscrição, a compatibilidade e a gravidade de cada caso. A lista é única, organizada por estado ou por região, e monitorada pelo Sistema Nacional de Transplantes (SNT) e por órgãos de controle federais. Isso impossibilita que uma pessoa conste em mais de uma lista ou que a ordem legal não seja obedecida. Se existe um doador elegível (com morte encefálica confirmada), após autorização da família para que ocorra a retirada dos órgãos, a Central de Transplantes emite a lista dos potenciais receptores e informa as respectivas equipes de transplante que os atende.

Em quanto tempo serei transplantado?

O tempo de espera por um transplante depende de diversos fatores, como das características genéticas do potencial receptor e do seu estado de saúde, entre outros. O tempo médio de espera, para os transplantes de fígado ocorridos em 2014, por exemplo, foi de quatro meses, para pacientes não priorizados.

Qual a sobrevida média da pessoa transplantada?

O sucesso do transplante depende de inúmeros fatores, como da causa da doença, das condições de saúde do paciente, entre outras. Com os recursos atuais de novos medicamentos e de técnicas aprimoradas, a sobrevida dos transplantados de fígado tem sido cada vez maior. O valor médio aproximado de sobrevida, depois de cinco anos, é de 60% para o enxerto e de 65% para o paciente.

Como será minha mente após o transplante?

O mais próximo possível do normal, visto que o transplante não é cura, mas sim um tratamento que pode prolongar a vida com uma melhor qualidade. Muito embora a compatibilidade entre doador e receptor seja testada antes de um transplante, após o transplante as consultas periódicas de acompanhamento são obrigatórias. A prescrição de medicamentos imunossupressores é obrigatória e de forma permanente. Em casos de rejeição, poderá ser oferecido um novo transplante ao paciente.

Qual profissional de saúde se deve procurar?

O clínico geral ou o hepatologista (médico clínico especialista em fígado) pode diagnosticar, prevenir e tratar as doenças hepáticas.

Fonte: http://www.saude.gov.br/

Veja Mais

TIPOS DE TUMOR NEUROENDÓCRINO (TNE)

Os tumores neuroendócrinos (TNEs) podem ocorrer em diferentes partes do corpo, e são classificados principalmente de acordo com a região em que se originam.

Entretanto, muitas vezes a doença é mensurável apenas no local para onde se espalhou (metástase) o que dificulta a determinação do órgão de origem do tumor primário. A Cintilografia com Análogo da Somatostatina (Octreoscan) é um método não invasivo que pode auxiliar na definição do exato local do tumor primário.

A análise da estrutura molecular do tumor no microscópio também pode auxiliar o médico na determinação de que tipo de tumor neuroendócrino o paciente apresenta, ou seja, onde o tumor inicialmente surgiu.

Outra maneira importante de classificar os tumores neuroendócrinos (TNEs) é através da gravidade do tumor, ou grau tumoral. Durante o exame anatomopatológico completo é possível a avaliação detalhada dos tecidos dos tumores, incluindo a contagem de uma proteína chamada KI-67. A contagem dessa proteína permite estimar a taxa de crescimento celular do tumor e, consequentemente, classificar seu grau de forma correta. Com esse resultado em mãos, o médico é capaz de determinar o tratamento mais adequado para o paciente.

Os tumores neuroendócrinos (TNEs) são normalmente classificados em três grupos:

 

1.      Tumor neuroendócrino gastrointestinal

Esse é o tipo mais comum de tumor neuroendócrino, e quando são de baixo grau podem ser chamados também de tumor carcinoide. Os tumores neuroendócrinos (TNEs) do trato gastrointestinal representam 67,5% de todos os TNEs, sendo destes 41,8% localizados no intestino delgado; 27,4% no reto; e 8,7% no estômago.

A maioria dos tumores neuroendócrinos gastrointestinais são bem pequenos no estágio inicial e, por isso, podem ser difíceis de serem diagnosticados. Além disso, seus sintomas demoram a aparecer e se assemelham a outras doenças do sistema digestivo como síndrome do intestino irritável ou doença inflamatória intestinal. 

Muitas vezes o diagnostico só acontece ao acaso quando o paciente realiza exames de rotina ou até uma cirurgia para tratar outras condições.

Os tumores também têm características distintas em cada paciente, por isso, quanto mais informações os especialistas têm sobre as células tumorais, mais individualizado é o tratamento. A adesão ao tratamento é também um aspecto fundamental no combate ao TNE gastrointestinal, pois permite o melhor controle do tumor e maior qualidade de vida para o paciente.

 

Os outros dois tipos são tumor neuroendócrino pancreático e tumor neuroendócrino pulmonar.

Veja Mais