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Suspensão temporária de atividades

Decreto do Governo do Paraná suspende atividades não essenciais em sete regiões.

Estado registra 1,5 mil novos casos em 24 horas.

Novas medidas foram decretadas pelo governador na terça-feira (30). Em 24 horas, estado teve 36 novas mortes e 1.536 novos casos confirmados de Covid-19.

Entre as restrições, está a suspensão de atividades não essenciais, por isso, até 14/07/2020 estamos com as atividades de Endoscopia e Cirurgias Eletivas suspensas.

Agende uma consulta e fale com o especialista do Aparelho Digestivo Dr. Mateus Martinelli. Cuide da sua saúde, o diagnóstico precoce e correto de qualquer doença faz toda a diferença e o tratamento é o melhor caminho para a cura. 

Covid-19: Mantenham a higiene e as orientações dos agentes de saúde. Fique em casa.

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DIETA PARA DOENÇA PÉPTICA – ÚLCERA E GASTRITE

A dieta para a gastrite e úlcera é baseada em alimentos naturais, rica em frutas, vegetais e alimentos integrais, e pobre em produtos industrializados e processados, como salsicha, frituras e refrigerantes.

Essa dieta facilita o processo de digestão, fazendo com que os alimentos passem rapidamente pelo estômago, evitando que o ácido estomacal seja liberado em excesso, causando azia, dor e agravamento da úlcera

Os alimentos permitidos na dieta para gastrite são aqueles de fácil digestão e pobres em gorduras, como:

– Frutas em geral, devendo-se evitar frutas ácidas como limão, laranja e abacaxi, caso apareça refluxo ou dor ao consumir esses alimentos;

– Vegetais em geral, podendo-se utilizar legumes cozidos durante períodos de crise e dor, pois são mais fáceis de digerir;

– Carnes magras, sem gordura, frango e peixes, de preferência assados, grelhados ou cozidos;

– Leite desnatado;

– Iogurte natural integral;

– Grãos integrais, como pão integral, arroz integral e macarrão integral;

– Chás tipo camomila;

– Café descafeinado;

– Queijos brancos, como ricota, minas frescal ou coalho light;

– Temperos naturais, como ervas finas, alho, cebola, salsinha, coentro, mostarda.

Os alimentos proibidos são aqueles de difícil digestão e muito processados, por serem ricos em aditivos e conservantes que irritam o estômago, como:

– Carnes processadas: salsicha, linguiça, bacon, presunto, peito de peru, salame, mortadela;

– Queijos amarelos e processados, como cheddar, catupiry, minas e provolone;

– Molhos prontos;

– Evitar chá verde, mate e preto, ou outros que tenham cafeína;

– Temperos em cubos, caldos de carne e macarrão instantâneo;

– Comida pronta congelada e fast food;

– Bebidas: refrigerantes, sucos prontos, café, chá ver, chá mate, chá preto;

– Bebidas alcoólicas;

– Açúcar e doces em geral;

– Alimentos refinados e frituras, como bolos, pães brancos, salgados, biscoitos;

– Farinhas brancas, como farofa, tapioca e, em alguns casos, cuscuz.

Alimentos ricos em gordura, como carnes gordas, pele de frango, fígado e excesso de peixes gordos, como salmão e atum.

Agende uma consulta e fale com o especialista do Aparelho Digestivo Dr. Mateus Martinelli. Cuide da sua saúde, o diagnóstico precoce e correto de qualquer doença faz toda a diferença e o tratamento é o melhor caminho para a cura. www.aparelhodigestivo.net.br 🍀

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Dieta para crise de Diverticulite

Durante a fase de crise, a dieta para diverticulite deve ter poucas fibras e apenas alimentos de fácil digestão, como frutas sem casca, suco de fruta coado, legumes cozidos e frango. Os lanches devem ser feitos apenas com sucos coados, frutas cozidas ou água de coco, e o almoço e o jantar devem ter apenas caldos e sopas leves.

À medida que as dores diminuem e o intestino volta a funcionar melhor, a dieta deve progredir para ter alimentos como arroz branco bem cozido, purê de batata, macarrão, pão branco e biscoitos sem fibras e sem recheio. Nesta fase também pode-se introduzir ovos, peixes e laticínios, sempre observando a digestão e se ocorre ou não o aumento da produção de gases.

É preciso estar atento pois a ingestão de fibras deve ser aumentada gradualmente para não provocar gases nem dores abdominais, começando apenas com uma ou duas frutas ou legumes cozidos por dia, além de pão branco e bolinhos leves. Após a crise ter passado e os sintomas de dores não surgirem mais, pode-se começar a introduzir pães e farinhas integrais, e cereais integrais como aveia e arroz integral.

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Esofagite Eosinofílica

A esofagite eosinofílica é uma doença crônica relacionada à nossa imunidade.

Ocorre quando há uma infiltração de eosinófilos na mucosa do esôfago, ou seja, quando há 15 ou mais eosinófilos por campo de grande aumento no esôfago.

Atualmente, a cada 100 mil habitantes, 12,8 têm a doença, que é mais comum no sexo masculino.

Nos adultos, ela acomete a terceira e quarta décadas de vida, embora possa ocorrer em qualquer faixa etária.

A prevalência de alergia entre esses pacientes é elevada, chegando a 81% em alguns estudos.

Os sintomas da esofagite eosinofílica são muito semelhantes às de doença do refluxo gastroesofágico.

A doença pode ser causada por uma reação alérgica a determinados alimentos em pessoas que apresentam fatores de risco genéticos.

A reação alérgica causa uma inflamação que irrita o esôfago.

A doença é diagnosticada por meio da história clínica e de exames complementares, como a endoscopia digestiva alta com biópsia, que mostra a presença de eosinófilos apenas na mucosa esofágica, respeitando as mucosas do restante do trato digestivo.

Para tratamento agende uma consulta e fale com o especialista do Aparelho Digestivo Dr. Mateus Martinelli. Cuide da sua saúde, o diagnóstico precoce e correto de qualquer doença faz toda a diferença e o tratamento é o melhor caminho para a cura.

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Câncer Colorretal

A alta incidência do câncer colorretal é alarmante. Principalmente se considerarmos que esta é uma das únicas neoplasias possíveis de se fazer prevenção primária, ou seja, de se adotar medidas que visam evitar a doença, removendo seus fatores causais.

O câncer colorretal, como explicado no último Fórum Oncoguia do Instituto do Câncer do Estado de São Paulo (ICESP) é também um dos tumores em que o diagnóstico precoce tem maior impacto em redução da mortalidade, porque o potencial curativo com o rastreamento é de 30% a 80%.

O rastreamento do câncer colorretal se faz a partir da realização de exames.

Os mais comuns são o de sangue oculto nas fezes, a sigmoidoscopia flexível e a colonoscopia.

O mais simples deles é o de sangue oculto nas fezes, porém este apresenta muitos resultados falsos positivos e a colonoscopia – que muitos chamam de ‘colono’. Outros exames podem ser indicados pelo médico.

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